OLAVO ATACA VATICANO II

O astrólogo Olavo de Carvalho abre a apresentação de seu livro, “Idiota”, com louvores a “Nelson Rodrigues”, e é bastante comum entre os olavistas a adoração aos seus escritos indecentes. Não seria exagero dizer que ninguém jamais rebaixou tanto a Igreja, as famílias brasileiras e a moral católica como esse escritor, simpatizante do incesto e da pornografia, em suas mais variadas formas, na tentativa de naturalizar o pecado. E é bem possível que a obsessão de Olavo pela sexualidade depravada tenha aí seus precedentes, pois na Sagrada Família é que não está a inspiração de Olavo ao profanar o sexo e a Igreja em suas postagens pervertidas na Internet, todos os dias.

Recentemente, Olavo voltou a atacar o Vaticano II, afirmando que as ideias do Concílio são heréticas. E se ele proferisse essas idiotices apenas para o grupo de fanáticos que o segue, tudo bem; mas não, o astrólogo ministra cursos para padres e faz aliciamento de discípulos católicos na Internet, a fim de que encontrem a verdadeira fórmula de perfeição filosófica em suas aulas, as quais sempre conectam São Tomás de Aquino à astrologia; o mesmo fazem os dois filhos esoteristas do guru, que também ministram cursos e consultas astrológicas para membros do Catolicismo.

Diga-se de passagem, o fato de Olavo e seus dois filhos não terem nem o diploma de ginásio não é o que mais assusta, e sim ele afirmar que já foi mentor de cursos da PUC-SP, onde hoje é professor de Religião o ateu Pondé — que não crê na divindade de Cristo, e que em vídeos atrás fazia grandes elogios a Olavo, afirmando que sua ausência de formação universitária é irrelevante, devido à notoriedade e à influência política do “filósofo”. Talvez Pondé não soubesse naquela época que Olavo é apenas astrólogo, até porque para ser astrólogo ninguém precisa de diploma, basta crer que a terra é plana.

Atualmente, Olavo se esqueceu dos elogios de Pondé a ele e passou a atacá-lo; o mesmo ocorreu com o ator pornô, Alexandre Frota, e com o maçon general Mourão, vice-presidente da República. Ontem, Olavo mandava beijinhos para Frota em um vídeo, dizendo que o Brasil precisa de mais pessoas como ele, hoje, passou a fazer um teatro como se fossem inimigos mortais; o mesmo se dá com general Mourão, a quem Olavo muito apoiou, junto da maçonaria, para que Bolsonaro chegasse à presidência. Mas isso são águas passadas, pois, como diz o ditado: “o brasileiro não tem memória!” 

Heloisa, filha da primeira das três famílias construídas por Olavo, diz que a técnica de confundir as pessoas é uma estratégia do Olavismo. Além dos hangouts que Olavo promovia, em apoio à maçonaria, ele fazia hangouts com Lobão, músico que expôs a própria esposa pelada na capa de um de seus discos, e com o qual o astrólogo tinha grande afinidade ao fazer longos escárnios sexuais em vídeos do Youtube; hoje, eles se atacam na Internet. É, parece que Heloisa está correta sobre as técnicas satânicas do Olavismo. 

Memória é também o que a Igreja Católica está perdendo, neste momento, ao colocar charlatões como Olavo no patamar de sapiência e erudição clerical. Memória é o que o Vaticano perde, ao se esquecer da luta dos santos do Catolicismo contra a heresia. Afinal, como diz Dom Antonio Peruzzo: “Para combater uma heresia, os olavistas acabam criando outra heresia”. É uma pena que esse comentário do bispo tenha sido só um comentário, e não uma bandeira de luta engajada contra esta peste chamada Olavismo Cultural. Memória é o que os bispos não têm mais quando abrem mão da necessidade de investigação, em detrimento da reparação e da excomunhão. (Maria Paulina)

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