Discípulo de Olavo de Carvalho é preso por corrupção em Santa Catarina

Fabio Lunardi Farias, preso na operação Alcatraz da PF em uma foto durante manifestação junto com a deputada Ana Carolina Compagnolo

Via Diário do Centro do Mundo:

Um dos presos na operação Alcatraz, deflagrada pela Polícia Federal ontem, é um homem que se apresenta como bolsonarista e olavista e tem uma atuação ostensiva na rede social em defesa de uma tal “direita Santa Catarina”.

Ele é Fábio Lunardi Farias, gerente de tecnologia da informação e governança eletrônica da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca.

A juíza Janaína Cassol Machado, da 1ª Vara Federal de Florianópolis, decretou sua prisão temporária, por esta envolvido num esquema de emissão de notas frias para lavar dinheiro usado em pagamento de propina.

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Assembleia Legislativa de MG rejeita homenagem a Olavo de Carvalho

Estão caindo na real, a realidade é que ele é um celerado.
Via o website Fórum:

Deputado bolsonarista fez um requerimento para que a Comissão de Cultura da Casa formulasse uma manifestação de apoio ao “guru intelectual” do governo, a quem ele chama de “pensador brasileiro”, mas proposta foi rejeitada pelo colegiado.

Deputados da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMJ) rejeitaram, nesta quarta-feira (29), uma homenagem ao escritor Olavo de Carvalho, um dos principais conselheiros de Jair Bolsonaro e considerado, por muitos, seu “guru” intelectual.

O deputado Coronel Sandro (PSL) protocolou um requerimento na Comissão de Cultura da ALMJ para que a Casa prestasse uma manifestação de apoio formal ao autodeclarado filósofo, a quem ele chama de “pensador brasileiro”. A justificativa para a homenagem é que Olavo teria feito “importantes contribuições ao país”.

A maioria dos membros da Comissão de Cultura, no entanto, rejeitou o pedido. O único voto favorável foi da deputada Ione Pinheiro (DEM).

Inimigo declarado da academia, Olavo de Carvalho não tem formação superior, critica pensadores reconhecidos mundialmente e tenta, através de sua proximidade com Bolsonaro, influenciar na política educacional brasileira que, para ele, foi cooptada por marxistas.